O músico Chimbinha quebrou o silêncio na televisão brasileira, no Fantástico, da Rede Globo, na noite deste domingo (11) e falou da separação e problemas que tem tido com a cantora Joelma. A Banda Calypso tem sido submetida a ceder o palco às polêmicas do divórcio do casal. Chimbinha confessou que traiu Joelma e que pediu perdão à ex-esposa.
Traição
Sobre a traição, Chimbinha detalhou que Joelma descobriu mensagens no celular dele e que os dois conversaram e ele pediu perdão. Ela teria pedido divórcio em maio, mas o processo foi efetivado mesmo em setembro, conforme comunicado enviado pela assessoria de imprensa.
Após o divórcio
De lá para cá, Joelma tem feito declarações sobre traição nos palcos por onde a banda passa e já anunciou a saída da Banda Calypso no final de dezembro. Ela ainda disse no mesmo programa onde divulgou a carreira solo em 2016 que “casamento era uma coisa de Deus. E quando o casal não está em comunhão com Deus, não há como existir.”
Influências sobre Joelma
Chimbinha ainda revelou que Joelma continuou tendo momentos de bem com ele, mas que em outras ocasiões, não havia bom diálogo. Tudo isso, segundo o músico, acontecia porque Joelma estava sendo influenciada por pessoas próximas. Ele ainda conta que recebeu ameaças por celular e a polícia descobriu que as mensagens teriam partido de uma dessas pessoas próximas de Joelma.
O filho
O co-fundador da Banda Calypso também declarou que a cantora e ex-companheira teria tentado proibi-lo de se aproximar do filho dos dois. Chimbinha chorou ao falar no assunto e também se emocionou ao dizer que amava trabalhar na Banda Calypso.
Violência
Sobre a ida de Joelma à delegacia e a notícia de que ele seria agressivo e a cantora se sentia ameaçada, Chimbinha disse que nunca agrediu a ex-esposa e que quem o conhecia sabia que ele não é violento.
A banda
A banda pertence aos dois: Joelma e Chimbinha. Após a saída em dezembro de Joelma, tudo será dividido ao meio, mas Chimbinha continua com o projeto de Banda Calypso, enquanto Joelma seguirá carreira solo. O músico disse, com outras palavras, que “Deus enviará uma cantora”.
Por Lucas Isídio
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Aplicativos podem roubar dados pessoais e danificar celulares; saiba se prevenir: Veja!
Caso não se previnam, usuários de dispositivos móveis como tablets e smartphones podem estar sujeitos a ter os aparelhos invadidos por aplicativos maliciosos, que podem roubar informações pessoais
Os smartphones, tablets e muitos outros tipos de ‘engenhocas modernas’ do mundo digital já fazem parte de nossas vidas há algum tempo. Esses suportes tecnológicos estão tão inseridos em nosso cotidiano que chega a ser difícil viver sem eles. Com estes, nós nos comunicamos, trabalhamos, estudamos, nos divertimos e até perdemos a noção do tempo quando estamos muito entretidos com o vasto universo de opções oferecidas. Porém, com as utilidades e respectivas vantagens, vêm problemas que antes não existiam, mas que estão mais presentes do que pensamos. Dentre eles, a instalação de determinados tipos de aplicativos nos dispositivos móveis pode colocar em perigo a segurança de dados pessoais neles contidos, além de também poder causar danos aos aparelhos e muita ‘dor de cabeça’. É preciso abrir o olho para os riscos.
Leia mais Notícias no Balanco Policial
É comum, durante a utilização, nos queixarmos de lentidão nos sistemas operacionais de tablets e smartphones. Também há situações em que aplicativos que estão sendo usados fecham inesperadamente, ou até casos em que softwares são instalados sem a permissão dos usuários. Esses podem ser sintomas de um aparelho infectado por um ‘malware’. O termo, originário do inglês "malicious software" (software malicioso ou mal-intencionado), pode ser traduzido genericamente como o popular vírus, apesar deste ser considerado um dos vários tipos de malware. Resumindo, estamos falando de um programa destinado a se infiltrar em um sistema de computador alheio de forma ilícita, com o intuito de causar danos, alterações ou roubo de informações (confidenciais ou não).
“Aparelhos que estão infectados tendem a instalar programas sem permissões e aumentar o consumo de memória, causando lentidão e, consequentemente, uma curta duração da bateria. Celulares infectados tendem a exibir anúncios de maneira intrusa e lhe direcionar para sites durante a navegação. Outro ponto a se destacar é o gasto elevado de dados, consumindo sua internet”, explicou o analista de web Nilson Lacerda.
A origem das infecções nos aparelhos, segundo o analista, pode vir de inúmeras formas. Desde o ato de baixar aplicativos de lojas ou sites não oficiais das empresas desenvolvedoras até o uso de redes externas de Wi-Fi, Bluetooth e o compartilhamento de arquivos por softwares sociais como o ‘WhatsApp’: “Basta que o arquivo esteja infectado e este seja instalado no aparelho que recebeu”, declarou Nilson. Ele acrescenta que um tipo de ataque comum é quando os programas se disfarçam de aplicativos legítimos, solicitando permissões e funções do aparelho, levando a pessoa a, sem perceber, liberar o acesso às informações contidas no dispositivo.
A situação, apesar de não parecer, já é alarmante. Conforme uma pesquisa recente divulgada pela ‘BSA | The Software Alliance’, associação mundial de empresas que promove a defesa dos softwares e combate, sobretudo, a pirataria e violação de propriedade intelectual, metade dos softwares usados no Brasil é ilegal e 31% estão contaminados com malware.
O estudo confirma a associação entre o software sem licença e o malware em computadores corporativos e pessoais. A análise, realizada pela empresa global de pesquisa ‘IDC – International Data Corporation’, revelou que quanto maior o índice de software sem licença em um país, maior é a quantidade de malware em geral encontrado nos computadores.
A pesquisa também apurou que entre os riscos associados ao software sem licença, 64% dos usuários citaram globalmente o acesso não autorizado por hackers como uma das principais preocupações e 59% citaram a perda de dados. A BSA informou ao Portal Correio que ainda não tinha uma vertente do estudo voltada exclusivamente para dispositivos móveis. Os números já divulgados, entretanto, revelam a dimensão do problema, já que os meios digitais estão interligados em uma ampla rede de intercomunicação.
O jornalista Manoel Pires, que procura estar sempre atualizado com as inovações tecnológicas e em que pontos elas podem ser benéficas, usa tablets e smartphones constantemente, tanto para situações de trabalho quanto particulares. Ele detalha uma ocasião corriqueira em que foi vítima de uma invasão no dispositivo que usava.
“Eu estava usando o tablet da minha irmã, instalando alguns jogos infantis para ela, aí me deparei com uma série de propagandas, que irritam bastante. São propagandas por cima de propagandas. Até na tela inicial do tablet elas apareciam”, disse Manoel, indicando que os anúncios indevidos surgiam a todo momento, não apenas no ambiente do aplicativo baixado. O jornalista diz que eles figuravam, inclusive, sobre o botão de acionamento do menu, dificultando o acesso aos conteúdos armazenados no aparelho. Ele acrescenta que, ao averiguar posteriormente, viu que o problema teria sido causado por um vírus espião.
Devido às evidentes alterações no tablet que usava logo após a instalação dos jogos, ficou claro para Manoel de onde o problema teria vindo: “Não só há a loja oficial de aplicativos (Play Store, Apple Store, por exemplo). Também há as lojas alternativas e eu baixei os jogos de uma delas”, contou, explicando que os softwares eram destinados à plataforma Android.
Manoel conseguiu se livrar do malware no tablet (veja explicação mais abaixo), mas o problema poderia não ter acontecido caso ele estivesse mais atento a alguns detalhes que devemos observar ao manusearmos os dispositivos móveis e executarmos mudanças no conteúdo destes.
Prevenção
Nilson Lacerda explica que “não temos como assegurar que um determinado ‘app’ é 100% seguro, mas podemos, sim, nos prevenir, desconfiando, por exemplo, de aplicativos que pedem permissões em excesso quando estão sendo instalados, observando também, logo de início, comentários de outros usuários que instalaram o mesmo aplicativo”.
O analista de Web dá algumas dicas de como devem ser os procedimentos de prevenção:
1 – Não instale aplicativos que venham de fora do Google Play Store (no caso de dispositivos que usam Android) ou da Apple Store (para sistema operacional IOS), duas das principais fontes oficiais de softwares, exceto se houver um motivo muito especial para isto. A maioria dos aplicativos maliciosos não chega pela Google ou Apple, já que fazem frequentes averiguações para identificar esses tipos de softwares;
2 – Faça “scans” no celular assim que o aplicativo for instalado, em busca de detectar possíveis vírus vindos do app;
3 – Normalmente, os aplicativos solicitam permissões, como já foi dito acima. Logo, se um software solicitar autorizações de maneira exagerada, ou seja, a várias áreas do aparelho, fique atento, pois este software pode estar mal intencionado;
4 – Não modifique o sistema e o mantenha sempre atualizado; altere as senhas padrão do aparelho; procure desligar sempre o Bluetooth; não compartilhe cartão de memória; faça o uso de antivírus e evite redes Wi-Fi abertas.
Eliminando o problema
De acordo com Nilson, primeiro devemos verificar o aparelho usando um antivírus/antimalware, que, por sinal, também é um aplicativo e pode ser encontrado nos espaços oficiais já indicados, em versões diferenciadas. Caso o problema seja encontrado pelo programa, remova-o durante a varredura do antivírus e desinstale o aplicativo que trouxe o malware para o dispositivo. Se ainda assim não resolver, o aparelho deverá ser reiniciado completamente e precisarão ser restauradas as configurações de fábrica, circunstância que deve ser solucionada, de preferência, em uma assistência técnica especializada.
O jornalista Manoel Pires explica como resolveu a situação quando teve um tablet infectado:
“Eu baixei uns aplicativos chamados de ‘cleaners’, que são ‘melhoradores de performance’ dos aparelhos. Eles limpam arquivos desnecessários, apps obsoletos, investigam para saber se existem arquivos duplicados ou muito grandes que podem não ser úteis. Após o uso do cleaner, desinstalei alguns aplicativos com os erros detectados e consegui resolver o problema. Os anúncios desagradáveis sumiram”, revelou.
Neste caso enfocado, a resolução se deu de maneira simples, sem danos permanentes ao dispositivo ou a softwares nele contidos. No entanto, a ação de aplicativos maliciosos, como já tratada, pode ser muito mais devastadora, podendo haver o roubo de arquivos e informações de cunho pessoal.
A Legislação brasileira ainda dá os primeiros passos para a regulamentação de crimes na esfera digital, mas já existem normas para que os usuários possam se defender de possíveis ataques.
Legislação
A Lei Nº 12.737, de 30 de novembro de 2012, que ficou conhecida como Lei Carolina Dieckmann, foi sancionada pela Presidência da República após fotos íntimas da atriz brasileira serem roubadas de um computador pessoal dela. A artista chegou a ser chantageada para que o material não ‘vazasse’, fato que acabou ocorrendo. Esta Lei em questão dispõe sobre a tipificação criminal de delitos informáticos e dá outras providências. Ela altera o Decreto-Lei No 2.848, de sete de dezembro de 1940, no Código Penal, que fica acrescido de dois artigos.
O primeiro deles, o Art. 154-A, trata sobre “invasão de dispositivo informático”. A normatização estabelece que a ação de “invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita” pode ser punida com pena de detenção de três meses a um ano, além de multa.
Na continuação do texto, a Lei diz que “na mesma pena incorre quem produz, oferece, distribui, vende ou difunde dispositivo ou programa de computador com o intuito de permitir a prática da conduta” definida acima.
As penalidades ainda podem ser estendidas em casos em que há prejuízo econômico e acesso a informações sigilosas, dentre outros aspectos, podendo haver reclusão de seis meses a dois anos e multa, se a conduta não constitui crime mais grave, quando pode se aumentar a pena de um a dois terços se houver “divulgação, comercialização ou transmissão a terceiro, a qualquer título, dos dados ou informações obtidos” ilegalmente.
Detalhes completos podem ser vistos no texto da Lei. Acesse através deste link.
Os smartphones, tablets e muitos outros tipos de ‘engenhocas modernas’ do mundo digital já fazem parte de nossas vidas há algum tempo. Esses suportes tecnológicos estão tão inseridos em nosso cotidiano que chega a ser difícil viver sem eles. Com estes, nós nos comunicamos, trabalhamos, estudamos, nos divertimos e até perdemos a noção do tempo quando estamos muito entretidos com o vasto universo de opções oferecidas. Porém, com as utilidades e respectivas vantagens, vêm problemas que antes não existiam, mas que estão mais presentes do que pensamos. Dentre eles, a instalação de determinados tipos de aplicativos nos dispositivos móveis pode colocar em perigo a segurança de dados pessoais neles contidos, além de também poder causar danos aos aparelhos e muita ‘dor de cabeça’. É preciso abrir o olho para os riscos.
Leia mais Notícias no Balanco Policial
É comum, durante a utilização, nos queixarmos de lentidão nos sistemas operacionais de tablets e smartphones. Também há situações em que aplicativos que estão sendo usados fecham inesperadamente, ou até casos em que softwares são instalados sem a permissão dos usuários. Esses podem ser sintomas de um aparelho infectado por um ‘malware’. O termo, originário do inglês "malicious software" (software malicioso ou mal-intencionado), pode ser traduzido genericamente como o popular vírus, apesar deste ser considerado um dos vários tipos de malware. Resumindo, estamos falando de um programa destinado a se infiltrar em um sistema de computador alheio de forma ilícita, com o intuito de causar danos, alterações ou roubo de informações (confidenciais ou não).
“Aparelhos que estão infectados tendem a instalar programas sem permissões e aumentar o consumo de memória, causando lentidão e, consequentemente, uma curta duração da bateria. Celulares infectados tendem a exibir anúncios de maneira intrusa e lhe direcionar para sites durante a navegação. Outro ponto a se destacar é o gasto elevado de dados, consumindo sua internet”, explicou o analista de web Nilson Lacerda.
A origem das infecções nos aparelhos, segundo o analista, pode vir de inúmeras formas. Desde o ato de baixar aplicativos de lojas ou sites não oficiais das empresas desenvolvedoras até o uso de redes externas de Wi-Fi, Bluetooth e o compartilhamento de arquivos por softwares sociais como o ‘WhatsApp’: “Basta que o arquivo esteja infectado e este seja instalado no aparelho que recebeu”, declarou Nilson. Ele acrescenta que um tipo de ataque comum é quando os programas se disfarçam de aplicativos legítimos, solicitando permissões e funções do aparelho, levando a pessoa a, sem perceber, liberar o acesso às informações contidas no dispositivo.
A situação, apesar de não parecer, já é alarmante. Conforme uma pesquisa recente divulgada pela ‘BSA | The Software Alliance’, associação mundial de empresas que promove a defesa dos softwares e combate, sobretudo, a pirataria e violação de propriedade intelectual, metade dos softwares usados no Brasil é ilegal e 31% estão contaminados com malware.
O estudo confirma a associação entre o software sem licença e o malware em computadores corporativos e pessoais. A análise, realizada pela empresa global de pesquisa ‘IDC – International Data Corporation’, revelou que quanto maior o índice de software sem licença em um país, maior é a quantidade de malware em geral encontrado nos computadores.
A pesquisa também apurou que entre os riscos associados ao software sem licença, 64% dos usuários citaram globalmente o acesso não autorizado por hackers como uma das principais preocupações e 59% citaram a perda de dados. A BSA informou ao Portal Correio que ainda não tinha uma vertente do estudo voltada exclusivamente para dispositivos móveis. Os números já divulgados, entretanto, revelam a dimensão do problema, já que os meios digitais estão interligados em uma ampla rede de intercomunicação.
O jornalista Manoel Pires, que procura estar sempre atualizado com as inovações tecnológicas e em que pontos elas podem ser benéficas, usa tablets e smartphones constantemente, tanto para situações de trabalho quanto particulares. Ele detalha uma ocasião corriqueira em que foi vítima de uma invasão no dispositivo que usava.
“Eu estava usando o tablet da minha irmã, instalando alguns jogos infantis para ela, aí me deparei com uma série de propagandas, que irritam bastante. São propagandas por cima de propagandas. Até na tela inicial do tablet elas apareciam”, disse Manoel, indicando que os anúncios indevidos surgiam a todo momento, não apenas no ambiente do aplicativo baixado. O jornalista diz que eles figuravam, inclusive, sobre o botão de acionamento do menu, dificultando o acesso aos conteúdos armazenados no aparelho. Ele acrescenta que, ao averiguar posteriormente, viu que o problema teria sido causado por um vírus espião.
Devido às evidentes alterações no tablet que usava logo após a instalação dos jogos, ficou claro para Manoel de onde o problema teria vindo: “Não só há a loja oficial de aplicativos (Play Store, Apple Store, por exemplo). Também há as lojas alternativas e eu baixei os jogos de uma delas”, contou, explicando que os softwares eram destinados à plataforma Android.
Manoel conseguiu se livrar do malware no tablet (veja explicação mais abaixo), mas o problema poderia não ter acontecido caso ele estivesse mais atento a alguns detalhes que devemos observar ao manusearmos os dispositivos móveis e executarmos mudanças no conteúdo destes.
Prevenção
Nilson Lacerda explica que “não temos como assegurar que um determinado ‘app’ é 100% seguro, mas podemos, sim, nos prevenir, desconfiando, por exemplo, de aplicativos que pedem permissões em excesso quando estão sendo instalados, observando também, logo de início, comentários de outros usuários que instalaram o mesmo aplicativo”.
O analista de Web dá algumas dicas de como devem ser os procedimentos de prevenção:
1 – Não instale aplicativos que venham de fora do Google Play Store (no caso de dispositivos que usam Android) ou da Apple Store (para sistema operacional IOS), duas das principais fontes oficiais de softwares, exceto se houver um motivo muito especial para isto. A maioria dos aplicativos maliciosos não chega pela Google ou Apple, já que fazem frequentes averiguações para identificar esses tipos de softwares;
2 – Faça “scans” no celular assim que o aplicativo for instalado, em busca de detectar possíveis vírus vindos do app;
3 – Normalmente, os aplicativos solicitam permissões, como já foi dito acima. Logo, se um software solicitar autorizações de maneira exagerada, ou seja, a várias áreas do aparelho, fique atento, pois este software pode estar mal intencionado;
4 – Não modifique o sistema e o mantenha sempre atualizado; altere as senhas padrão do aparelho; procure desligar sempre o Bluetooth; não compartilhe cartão de memória; faça o uso de antivírus e evite redes Wi-Fi abertas.
Eliminando o problema
De acordo com Nilson, primeiro devemos verificar o aparelho usando um antivírus/antimalware, que, por sinal, também é um aplicativo e pode ser encontrado nos espaços oficiais já indicados, em versões diferenciadas. Caso o problema seja encontrado pelo programa, remova-o durante a varredura do antivírus e desinstale o aplicativo que trouxe o malware para o dispositivo. Se ainda assim não resolver, o aparelho deverá ser reiniciado completamente e precisarão ser restauradas as configurações de fábrica, circunstância que deve ser solucionada, de preferência, em uma assistência técnica especializada.
O jornalista Manoel Pires explica como resolveu a situação quando teve um tablet infectado:
“Eu baixei uns aplicativos chamados de ‘cleaners’, que são ‘melhoradores de performance’ dos aparelhos. Eles limpam arquivos desnecessários, apps obsoletos, investigam para saber se existem arquivos duplicados ou muito grandes que podem não ser úteis. Após o uso do cleaner, desinstalei alguns aplicativos com os erros detectados e consegui resolver o problema. Os anúncios desagradáveis sumiram”, revelou.
Neste caso enfocado, a resolução se deu de maneira simples, sem danos permanentes ao dispositivo ou a softwares nele contidos. No entanto, a ação de aplicativos maliciosos, como já tratada, pode ser muito mais devastadora, podendo haver o roubo de arquivos e informações de cunho pessoal.
A Legislação brasileira ainda dá os primeiros passos para a regulamentação de crimes na esfera digital, mas já existem normas para que os usuários possam se defender de possíveis ataques.
Legislação
A Lei Nº 12.737, de 30 de novembro de 2012, que ficou conhecida como Lei Carolina Dieckmann, foi sancionada pela Presidência da República após fotos íntimas da atriz brasileira serem roubadas de um computador pessoal dela. A artista chegou a ser chantageada para que o material não ‘vazasse’, fato que acabou ocorrendo. Esta Lei em questão dispõe sobre a tipificação criminal de delitos informáticos e dá outras providências. Ela altera o Decreto-Lei No 2.848, de sete de dezembro de 1940, no Código Penal, que fica acrescido de dois artigos.
O primeiro deles, o Art. 154-A, trata sobre “invasão de dispositivo informático”. A normatização estabelece que a ação de “invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita” pode ser punida com pena de detenção de três meses a um ano, além de multa.
Na continuação do texto, a Lei diz que “na mesma pena incorre quem produz, oferece, distribui, vende ou difunde dispositivo ou programa de computador com o intuito de permitir a prática da conduta” definida acima.
As penalidades ainda podem ser estendidas em casos em que há prejuízo econômico e acesso a informações sigilosas, dentre outros aspectos, podendo haver reclusão de seis meses a dois anos e multa, se a conduta não constitui crime mais grave, quando pode se aumentar a pena de um a dois terços se houver “divulgação, comercialização ou transmissão a terceiro, a qualquer título, dos dados ou informações obtidos” ilegalmente.
Detalhes completos podem ser vistos no texto da Lei. Acesse através deste link.
Da Redação
@balancopolicial
Autor: Por Gustavo Medeiros
Dilma isolou Lula de decisão e não ouviu nem avisou Temer, Cunha e Renan
A presidente Dilma Rousseff decidiu não avisar o ex-presidente Lula das novas medidas econômicas nem se reunir previamente com os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros, para ouvir eventuais sugestões e amarrar apoio político.62
Com medo de vazamentos, Dilma optou por divulgar as propostas de cortes de despesas e de elevação de tributos de um modo diferente do combinado em reunião na semana passada com o vice-presidente da República, Michel Temer. O roteiro acertado seria anunciar antes os cortes para, num segundo momento, buscar aumento de receita por meio de elevação de tributos.
A ideia seria costurar acordo político antes de fazer um movimento tão audacioso, pois há resistências na base de apoio do governo no Congresso a aumentar a carga tributária. Mas Dilma optou, mais uma vez, por agir sem consulta prévia a políticos, empresários e sindicalistas.
A forma como o governo divulgou o pacote econômico de hoje está sendo vista pelo PT e pelos aliados como mais um complicador para aprová-lo no Congresso e nas negociações com outros setores da sociedade, como o funcionalismo e o empresariado.
No PT, há queixas de que lideranças dos movimentos sociais não foram chamadas para dar sugestões sobre propostas que afetam sindicalistas que lidam com o funcionalismo e os aposentados.
Dilma fechou os detalhes finais das medidas apenas com os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Nelson Barbosa (Planejamento) e Joaquim Levy (Fazenda). Politicamente, a forma como a presidente agiu pode afetar seriamente a chance de sucesso do pacote de corte de gastos e de aumento de impostos.
São propostas duras e necessárias para fortalecer a política fiscal, mas elas precisam sair do papel. Se depender da articulação política feita por Dilma, será difícil isso acontecer.
Com medo de vazamentos, Dilma optou por divulgar as propostas de cortes de despesas e de elevação de tributos de um modo diferente do combinado em reunião na semana passada com o vice-presidente da República, Michel Temer. O roteiro acertado seria anunciar antes os cortes para, num segundo momento, buscar aumento de receita por meio de elevação de tributos.
A ideia seria costurar acordo político antes de fazer um movimento tão audacioso, pois há resistências na base de apoio do governo no Congresso a aumentar a carga tributária. Mas Dilma optou, mais uma vez, por agir sem consulta prévia a políticos, empresários e sindicalistas.
A forma como o governo divulgou o pacote econômico de hoje está sendo vista pelo PT e pelos aliados como mais um complicador para aprová-lo no Congresso e nas negociações com outros setores da sociedade, como o funcionalismo e o empresariado.
No PT, há queixas de que lideranças dos movimentos sociais não foram chamadas para dar sugestões sobre propostas que afetam sindicalistas que lidam com o funcionalismo e os aposentados.
Dilma fechou os detalhes finais das medidas apenas com os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Nelson Barbosa (Planejamento) e Joaquim Levy (Fazenda). Politicamente, a forma como a presidente agiu pode afetar seriamente a chance de sucesso do pacote de corte de gastos e de aumento de impostos.
São propostas duras e necessárias para fortalecer a política fiscal, mas elas precisam sair do papel. Se depender da articulação política feita por Dilma, será difícil isso acontecer.
Da Redação
@balancopolicial
Autor:Wgleyson de Souza
Autor:Wgleyson de Souza
IG
Jovem de 22 anos tem as duas mãos decepadas pelo próprio marido com facão durante briga
Gisele Santos de Oliveira, de 22 anos, que teve as mãos decepadas depois de ser atacada a golpes de facão pelo marido vai ganhar próteses. O crime aconteceu na cidade de São Leopoldo (RS) no dia 2 de agosto.
A presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Fabiane Dutra Oliveira, em reunião com o secretário estadual de Saúde, João Gabbardo dos Reis, solicitou especial atenção ao caso de Gisele.
O secretário estadual de Saúde, João Gabbardo dos Reis, assegurou que vai disponibilizar as próteses indicadas para que a paciente possa recuperar e restaurar suas habilidade. A presidente do conselho destacou como positiva a posição da secretaria em garantir a aquisição e colocação das próteses.
— Fico contente por saber que o governo do Estado está cumprindo com a Lei e prestando todo o atendimento indicado neste caso que, por se tratar de uma violência contra a mulher, por ser entendido como uma questão de saúde pública.
De acordo com a secretaria, a jovem passará por atendimento com equipe disciplinar e reabilitação, antes de receber as próteses indicadas para ele. Não há prazo para o recebimento das próteses porque isso vai depender da recuperação e da adaptação de Gisele.
A brutalidade aconteceu na casa onde o casal morava havia menos de dois meses. A jovem falou, por telefone, e contou detalhes do dia do crime.
— Ele pegou o facão e começou a me ameaçar até que me acertou o primeiro golpe na cabeça. Tentei me de defender botando as mãos na frente e ele acertou minhas mãos. Tentei botar o pé na frente e ele me acertou o pé.
Gisele também teve um pé decepado e o outro parcialmente cortado. Ela passou por uma cirurgia para recolocar os membros e aguarda evolução do quadro médico para ver se haverá rejeição aos pés. Mesmo após a agressão, a jovem disse não ter ódio do marido.
— Eu, sinceramente, achei que ia ficar com raiva, mas não. Não desejo o mal.
Alice Amaro, de 32 anos, enteada da mãe de Gisele, declarou ao R7 que Freitas mandou um recado para a família.
— Ele só a largou porque achou que ela ia morrer e foi se apresentar à polícia e alegou legítima defesa. Mas quando descobriu que ela não [morreu], falou para um amigo que vai terminar o que começou [quando sair da cadeia]. Ele disse também que não estava arrependido.
A presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Fabiane Dutra Oliveira, em reunião com o secretário estadual de Saúde, João Gabbardo dos Reis, solicitou especial atenção ao caso de Gisele.
O secretário estadual de Saúde, João Gabbardo dos Reis, assegurou que vai disponibilizar as próteses indicadas para que a paciente possa recuperar e restaurar suas habilidade. A presidente do conselho destacou como positiva a posição da secretaria em garantir a aquisição e colocação das próteses.
— Fico contente por saber que o governo do Estado está cumprindo com a Lei e prestando todo o atendimento indicado neste caso que, por se tratar de uma violência contra a mulher, por ser entendido como uma questão de saúde pública.
De acordo com a secretaria, a jovem passará por atendimento com equipe disciplinar e reabilitação, antes de receber as próteses indicadas para ele. Não há prazo para o recebimento das próteses porque isso vai depender da recuperação e da adaptação de Gisele.
A brutalidade aconteceu na casa onde o casal morava havia menos de dois meses. A jovem falou, por telefone, e contou detalhes do dia do crime.
— Ele pegou o facão e começou a me ameaçar até que me acertou o primeiro golpe na cabeça. Tentei me de defender botando as mãos na frente e ele acertou minhas mãos. Tentei botar o pé na frente e ele me acertou o pé.
Gisele também teve um pé decepado e o outro parcialmente cortado. Ela passou por uma cirurgia para recolocar os membros e aguarda evolução do quadro médico para ver se haverá rejeição aos pés. Mesmo após a agressão, a jovem disse não ter ódio do marido.
— Eu, sinceramente, achei que ia ficar com raiva, mas não. Não desejo o mal.
Alice Amaro, de 32 anos, enteada da mãe de Gisele, declarou ao R7 que Freitas mandou um recado para a família.
— Ele só a largou porque achou que ela ia morrer e foi se apresentar à polícia e alegou legítima defesa. Mas quando descobriu que ela não [morreu], falou para um amigo que vai terminar o que começou [quando sair da cadeia]. Ele disse também que não estava arrependido.
Da Redação
@BalançoPolicial
Atora(Emily Pereira)
R7Advogado de prefeita acusada de desvios milionários diz que ela fugiu "em um momento de pânico"
Lidiane Leite, de 25 anos, está foragida desde a última quinta-feira. Ela é acusada de participar de esquema de fraude no MAO advogado de Lidiane Leite, prefeita de Bom Jardim, no Maranhão, defendeu a atitude da cliente, que está foragida desde a última quinta-feira (20). Carlos Sérgio de Carvalho disse que Lidiane pode se apresentar espontaneamente a qualquer momento, e que não planejou a fuga.
Ela está sendo procurada pela Polícia Federal desde a semana passada, quando foi decretada a sua prisão. A prefeita é suspeita de envolvimento em esquema de fraudes na Educação, que aconteceram em licitações, desvio de dinheiro da merenda escolar do município e transferências bancárias irregulares.
"Ela é uma jovem de 25 anos e se escondeu em um momento de pânico, sequer sabia exatamente o que estava acontecendo. Teve sorte de não ser localizada até agora", disse o advogado Carlos Sérgio de Carvalho em entrevista ao G1 Maranhão.
Ele também contestou o decreto de prisão da prefeita. "Espero que a decisão seja revogada, mesmo porque, ela é absolutamente desnecessária. Esperamos que em pouco tempo os fatos sejam esclarecidos e as responsabilidades de cada um colocadas no seu devido lugar", comentou.
De acordo com o advogado, a prefeita tem consciência da sua responsabilidade e estaria muito mal com o caso, e por conta disso está "depressiva, doente, ansiosa e sofrendo muito”. Sobre a polêmica dos desvios, ele disso que Lidiana é humana e tem direito a se defender.
"Afinal, ser gestor não é fácil e todos estão sujeitos a erros, mas de antemão podemos afirmar que ela não se apropriou de nenhum recurso público”, disse o advogado Carlos Sérgio.
Afastamento, ostentação e desvio de verbas
Lidiane já tinha sido afastada do cargo três vezes - em abril de 2014, por 30 dias, após denúncias de improbidade administrativa. Lidiane retornou ao posto em 72 horas, após obter liminar na Justiça. O segundo afastamento aconteceu em dezembro de 2014, e pedia um afastamento de 180 dias.
A terceira vez foi em maio de 2015. Ela também retornou ao cargo em 72 horas nesta ocasião. A PF investiga transferências feitas da conta de prefeitura para a conta pessoal de Lidiane em um montante de R$ 40 mil ao longo de um ano, realizadas em parcelas de R$ 1 mil. Além disto, a conta do advogado da prefeita também recebeu transferências de mais de R$ 200 mil em menos de um ano.
Além de Lidiane, secretários, ex-secretários e empresários também estão sendo investigados pela PF por conta de irregularidades encontradas em contratos firmados entre a prefeitura e empresas-fantasmas que desviaram mais de R$ 3,1 milhões.
Lidiane foi eleita pela primeira vez em 2012, aos 22 anos. Na época, o então namorado da jovem, Beto Rocha, teve a candidatura impugnada ao ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, informa o G1 Maranhão. A garota assumiu o lugar dele e venceu as eleições.
A prefeita então passou a compartilhar fotos da nova rotina nas redes sociais, ostentando uma vida de luxo. "Eu compro é que eu quiser. Gasto sim com o que eu quero. Tô nem aí pra o que achem. Beijinho no ombro pros recalcados", escreveu Lidiane em seu perfil pessoal no Facebook.
"Devia era comprar um carro mais luxuoso pq graças a Deus o dinheiro ta sobrando (sic)", se gabou a prefeita em outra ocasião. Ela é procurada pela Polícia Federal, que alertou neste final de semana que quem estiver ajudando Lidiane a se esconder será tratado como integrante de organização criminosa.
Da Redação
@balancopolicial
Autor: (Wgleyson de Souza)
Protesto menor deve dar mais gás a acordo Dilma-Renan
Com menos gente nas ruas, os protestos deste domingo deverão dar mais gás ao acordo firmado entre o governo Dilma Rousseff e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).divulgados pela Polícia Militar até por volta das 14h30 indicavam que as manifestações de hoje perderam fôlego na comparação com março e abril. Isso deve ter efeito político positivo para o governo, sobretudo em relação ao ânimo dos deputados e senadores.
Havia a previsão de que agosto seria um mês sombrio para Dilma, mas na última semana o cenário político sofreu uma importante inflexão. A presidente colheu decisões positivas ou neutras no STF, no TSE e no TCU e conseguiu ganhar um fôlego. O impeachment ficou mais distante. E, em entrevista ao SBT, a presidente disse que ‘jamais cogitou renunciar’.
Dados
A partir desta semana, a estratégia do governo será dar mais força ao arranjo político com Renan. Seria um erro do Palácio do Planalto achar que, com menos gente nas ruas, possa abrir mão do apoio dos senadores ou de Renan.
Dilma já disse que concorda com parte da “Agenda-Brasil”, proposta pelo presidente do Senado. Ainda que não seja favorável a algumas medidas, é possível que o governo faça concessões e chegue ao acordo em vários pontos da agenda.
A crise política ensina que o isolamento de Dilma no Congresso tem impacto direto na economia. Para enfrentar a crise econômica, o governo sabe que precisa de uma recomposição de forças no parlamento.
Com a reaproximação da presidente com Renan, aumentou o isolamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O governo sinalizou aos deputados que tem alternativa para realizar sua articulação política e que não está fora do jogo.
Também está para sair do forno uma denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra um grupo de políticos investigados no STF no âmbito da Lava Jato. Todos os bastidores indicam que Cunha deverá ser denunciado.
O presidente da Câmara tem funcionado como catalisador da rebeldia de deputados em relação à Dilma. A consistência da denúncia de Janot e o seu efeito político sobre Cunha serão fatores importantes para entender os desdobramentos da crise.
O movimento do governo também isolou uma ala mais radical da oposição, que falava até em convocar nova eleição. Isso está bem distante no atual cenário, porque dependeria de uma decisão do TSE que cassasse a chapa Dilma-Temer. Mesmo que houvesse uma decisão nesse sentido no tribunal, haveria possibilidade de recurso no STF.
Isso não significa que as coisas estejam resolvidas para Dilma e que o governo pode menosprezar a presença de milhares de brasileiros nas ruas. Os protestos são sempre sinais de alerta, que requerem respostas e soluções.
Por ora, a orientação do governo é tratar as manifestações como algo dentro da normalidade democrática e evitar qualquer tipo de provocação, como a que foi feita pelo presidente da CUT, Vagner Freitas, que disse que era preciso “pegar em armas” na última quinta. É uma frase inexplicável e inadmissível em uma democracia.
*
Pela primeira vez, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) participou de um protesto de rua contra o governo Dilma Rousseff. É a terceira manifestação que ocorre neste ano e, ao que tudo indica, a mais fraca de todas. A oposição chegou atrasada às ruas.
Na avaliação de dirigentes do próprio PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, os partidos não deveriam tentar tutelar movimentos da sociedade para que eles não percam seu caráter mais amplo.
Mas um segmento do PSDB tentou ter uma participação mais orgânica neste domingo. A propaganda política dos tucanos convocava os eleitores para irem às ruas protestar. Em Minas Gerais, Aécio chegou a fazer um discurso aos manifestantes em cima de um trio-elétrico. Isso dá um tom mais partidário ao movimento.
Será preciso aguardar os próximos dias para ver que efeito político terá a participação mais efetiva de Aécio e da oposição nas manifestações de hoje.
Da Redação
@balancopolicial
Voluntários se mobilizam na preparação de transexuais para o Enem
Tyfany Stacy, de 31 anos, não tem dúvidas sobre qual carreira seguir. Ela quer ser química industrial. No caminho desse sonho, no entanto, está um desafio que muitos brasileiros conhecem bem, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Mas, o que a maioria dos outros candidatos a uma vaga no nível superior não conhece são os outros obstáculos que a cabeleireira e maquiadora transexual enfrenta desde os 11 anos, quando foi expulsa de casa por causa da sua identidade de gênero. A escolha complicada em definir o que cursar está longe de ser a mais difícil na vida de Tyfany.
"Fui expulsa de casa com 11 anos. Minha família não me apoiou e resolvi trocar minha família pela minha felicidade. Se meu sonho era viver como transexual, fui buscar meu sonho. E hoje estou mais estabilizada e posso buscar uma faculdade", conta ela, que deixou o interior de Minas Gerais e chegou a um abrigo no Rio de Janeiro, onde conseguiu concluir o ensino médio. "Na escola, já vinham os apelidos. Sarita, Babalu. Você é alvo de chacota na escola. Você é o viado do colégio."
Tyfany é uma das mulheres e homens trans que se matricularam no curso preparatório Prepara NEM!, no Rio de Janeiro, para tentar a aprovação no Exame Nacional do Ensino Médio. Entre conseguir uma vaga na faculdade e os diplomas dos níveis médio e fundamental, os objetivos são muitos, e a ideia do preparatório é encorajar todos eles.
"A gente o tempo todo trabalha com a ideia da não limitação dos sonhos. Se quer fazer medicina, a gente pode chegar lá", conta a professora voluntária Cristiane Furtado, de 37 anos, que entrou em contato com o projeto pelo Facebook. "Muitas alunas chegam falando 'não gosto de história', 'não gosto de geografia', 'não sei nada de matemática', 'estou fora da escola há muito tempo'. E, quando a gente começou as aulas, foi o contrário que aconteceu: uma participação incrível, um conhecimento muito maior do que nós poderíamos esperar e que extrapola para a vida."
Com voluntários de todas as áreas, o Prepara NEM! tem aulas diárias que ocorrem no Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, no Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro e em outros locais apoiadores do projeto. Além das aulas, há também um calendário de monitorias em que os alunos e alunas tiram dúvidas individualmente com os professores.
Uma iniciativa semelhante em Belo Horizonte corre contra o tempo para oferecer aulas preparatórias para transexuais. O Enem está marcado para 24 e 25 de outubro, e o começo das aulas depende apenas de um número mínimo de alunos. "Existe uma dificuldade tanto de conseguir atingir essas pessoas com a divulgação quanto uma financeira da parte delas, para locomoção e material", diz a advogada Adriana do Valle, de 33 anos, que organizou o curso, reuniu 66 voluntários interessados e usará o espaço de seu escritório para as aulas, que contarão com apostilas doadas por alunos da Universidade Federal de Minas Gerais.
"Sou da Comissão da Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil em Minas e acompanho desde muito cedo a luta LGBT [sigla para lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros]. A letra T sempre foi muito excluída e muito esquecida. Vejo que no mercado de trabalho não existe espaço. Enquanto a gente não conseguir que as pessoas sejam capacitadas ficará cada vez mais difícil incluí-las", explica.
Outra dificuldade do curso mineiro é a falta de voluntários em algumas áreas. Entre 66 voluntários, há um professor de matemática, um de química e nenhum de química e biologia. O curso será no bairro do Prado, na zona oeste de Belo Horizonte, nos arredores da Avenida Amazonas. Os interessados em ajudar ou estudar podem entrar em contato com Adriana pelo e-mail adrianaalvesdovalle@gmail.com.
agenciabrasil
Mas, o que a maioria dos outros candidatos a uma vaga no nível superior não conhece são os outros obstáculos que a cabeleireira e maquiadora transexual enfrenta desde os 11 anos, quando foi expulsa de casa por causa da sua identidade de gênero. A escolha complicada em definir o que cursar está longe de ser a mais difícil na vida de Tyfany.
"Fui expulsa de casa com 11 anos. Minha família não me apoiou e resolvi trocar minha família pela minha felicidade. Se meu sonho era viver como transexual, fui buscar meu sonho. E hoje estou mais estabilizada e posso buscar uma faculdade", conta ela, que deixou o interior de Minas Gerais e chegou a um abrigo no Rio de Janeiro, onde conseguiu concluir o ensino médio. "Na escola, já vinham os apelidos. Sarita, Babalu. Você é alvo de chacota na escola. Você é o viado do colégio."
Tyfany é uma das mulheres e homens trans que se matricularam no curso preparatório Prepara NEM!, no Rio de Janeiro, para tentar a aprovação no Exame Nacional do Ensino Médio. Entre conseguir uma vaga na faculdade e os diplomas dos níveis médio e fundamental, os objetivos são muitos, e a ideia do preparatório é encorajar todos eles.
"A gente o tempo todo trabalha com a ideia da não limitação dos sonhos. Se quer fazer medicina, a gente pode chegar lá", conta a professora voluntária Cristiane Furtado, de 37 anos, que entrou em contato com o projeto pelo Facebook. "Muitas alunas chegam falando 'não gosto de história', 'não gosto de geografia', 'não sei nada de matemática', 'estou fora da escola há muito tempo'. E, quando a gente começou as aulas, foi o contrário que aconteceu: uma participação incrível, um conhecimento muito maior do que nós poderíamos esperar e que extrapola para a vida."
Com voluntários de todas as áreas, o Prepara NEM! tem aulas diárias que ocorrem no Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, no Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro e em outros locais apoiadores do projeto. Além das aulas, há também um calendário de monitorias em que os alunos e alunas tiram dúvidas individualmente com os professores.
Uma iniciativa semelhante em Belo Horizonte corre contra o tempo para oferecer aulas preparatórias para transexuais. O Enem está marcado para 24 e 25 de outubro, e o começo das aulas depende apenas de um número mínimo de alunos. "Existe uma dificuldade tanto de conseguir atingir essas pessoas com a divulgação quanto uma financeira da parte delas, para locomoção e material", diz a advogada Adriana do Valle, de 33 anos, que organizou o curso, reuniu 66 voluntários interessados e usará o espaço de seu escritório para as aulas, que contarão com apostilas doadas por alunos da Universidade Federal de Minas Gerais.
"Sou da Comissão da Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil em Minas e acompanho desde muito cedo a luta LGBT [sigla para lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros]. A letra T sempre foi muito excluída e muito esquecida. Vejo que no mercado de trabalho não existe espaço. Enquanto a gente não conseguir que as pessoas sejam capacitadas ficará cada vez mais difícil incluí-las", explica.
Outra dificuldade do curso mineiro é a falta de voluntários em algumas áreas. Entre 66 voluntários, há um professor de matemática, um de química e nenhum de química e biologia. O curso será no bairro do Prado, na zona oeste de Belo Horizonte, nos arredores da Avenida Amazonas. Os interessados em ajudar ou estudar podem entrar em contato com Adriana pelo e-mail adrianaalvesdovalle@gmail.com.
agenciabrasil
Abusada! Ex-BBB fica nua em praia e posta foto dos seios no Instagram
Ex-BBB publicou foto em que aparece fazendo topless em Ibiza
Maria Melilo, vencedora do Big Brother Brasil 11, causou no Instagram na manhã deste domingo (19).
A morena decidiu publicar uma foto na rede social em que aparece com os seios à mostra.
Na legenda da foto, Maria contou que está em Ibiza, curtindo praia de topless.
Nos comentários da foto, os fãs pareciam não acreditar na visão.
“Isso aí é coisa de Deus”
“Nossa, que coragem”
“Que espetáculo”
R7
Maria Melilo, vencedora do Big Brother Brasil 11, causou no Instagram na manhã deste domingo (19).
A morena decidiu publicar uma foto na rede social em que aparece com os seios à mostra.
Na legenda da foto, Maria contou que está em Ibiza, curtindo praia de topless.
Nos comentários da foto, os fãs pareciam não acreditar na visão.
“Isso aí é coisa de Deus”
“Nossa, que coragem”
“Que espetáculo”
R7
Houve canibalismo no presídio de Pedrinhas, diz funcionário público do Maranhão
Um agente da Secretaria de Segurança Pública revela as atrocidades em depoimento para a CPI do Sistema Carcerário
O depoimento de um funcionário do setor de inteligência daSecretaria de Segurança Pública do Maranhão aterrorizou os deputados da CPI do Sistema Carcerário, instalada na Câmara dos Deputados. Em oitiva gravada no mês passado, o servidor maranhense informou que houve, pelo menos, dois casos decanibalismo dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Pelo relato, dois presos foram mortos num “ritual macabro” feito por detentos da facção criminosa Anjos da Morte, chamada de ADM. “Eles são loucos, psicopatas. Não existe uma lógica no diálogo com eles”, descreve o agente de inteligência, que depôs de forma sigilosa para cinco deputados, um juiz e uma defensora pública.
A primeira vítima de canibalismo, de acordo com o depoimento, foi o detento Ronalton Rabelo, de 33 anos. Preso por assalto, Rabelo conseguiu um alvará de soltura em 11 de abril de 2013. Quando o advogado chegou ao presídio para buscá-lo, foi informado pela administração de Pedrinhas que Rabelo desaparecera dez dias antes. Até hoje, mais de dois anos depois do sumiço, o inquérito da Polícia Civil do Maranhão não concluiu nada sobre o caso. O agente de inteligência disse à CPI o que soube sobre o desaparecimento de Rabelo: “Ele foi desossado. Foram cortados os pés, as mãos, cada membro. Foram tiradas as vísceras, coração. Os informantes disseram que ele foi morto na quadra de banho de sol e seus pedaços foram colocados em sacolas e distribuídos. Foi cozinhado na água com sal para evitar o odor e alguns órgãos foram comidos em rituais dessa facção, da ADM, Anjos da Morte, como rins, fígado, coração. O restante foi dispensado no lixo”.
A segunda vítima da atrocidade, segundo o servidor da Segurança Pública, foi o detento Rafael Libório, de 23 anos. Preso por homicídio qualificado, Libório sumiu dentro de Pedrinhas em 8 de agosto de 2014. Quatro dias depois, o corpo foi encontrado em pedaços dentro de um saco plástico enterrado numa cela do presídio. O agente de inteligência, que participou das buscas pelo preso, contou à CPI o que fez quando foi informado que Libório havia sido vítima de canibalismo: “Fomos imediatamente, isso já era tarde da noite, para os baldes de lixo. Procuramos e achamos da forma como tinham descrito o outro (Rabelo). Do mesmo jeito. Desossado. Não achamos o crânio. Achamos o couro cabeludo da cabeça, mas não achamos o crânio e a pele do rosto. Achamos os pés, os órgãos genitais. E não estavam fedendo, o que nos induz que foi feito o mesmo procedimento de cozinhar com água e sal”. O servidor entregou aos deputados da CPI seis fotos de pedaços do corpo de Libório.
O agente diz, no depoimento, que outros funcionários do setor de inteligência também receberam informações de que Rabelo e Libório foram vítimas de canibalismo dentro de Pedrinhas. Explica que os principais informantes são os presos do presídio. “Não há possibilidade nenhuma de se controlar o sistema penitenciário sem informantes lá dentro”. E diz que, “para evitar escândalos”, os casos foram abafados pelo secretário de Justiça e Administração Penitenciária da época, Sebastião Uchoa. O ex-secretário foi procurado para se manifestar sobre o depoimento, mas não foi encontrado. A CPI da Câmara pretende pedir o indiciamento de Uchoa por omissão. Segundo os deputados, não existe nenhum inquérito para apurar as denúncias de canibalismo em Pedrinhas.
No depoimento do agente, o juiz Edmar Fernando Mendonça, da 2ª Vara de Execução Penal de São Luís, disse que só a partir de 2014 começou a ser feito o levantamento das mortes nos presídios do Maranhão. “Tivemos a decapitação de 2002. Depois, tivemos rebelião e decapitação em 2009, 2011 e 2013. Se o senhor procurar algum inquérito policial concluído desse período, não vai encontrar nenhum, mas nenhum. Parecia que as coisas que aconteciam dentro do sistema penitenciário não eram da alçada do estado do Maranhão. É muito esquisito”.
O Complexo Penitenciário de Pedrinhas é o maior do Maranhão. Construído há cinco décadas, tornou-se o cenário de algumas das maiores atrocidades já vistas nos presídios brasileiros. Os episódios mais trágicos aconteceram na gestão da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), que deixou o cargo em dezembro do ano passado. Só em 2013, numa guerra de facções criminosas, 60 presos foram assassinados em Pedrinhas – o triplo do registrado, naquele ano, em todas as cadeias do estado de São Paulo somadas. Os presos chegaram a fazer um vídeo em que três corpos de detentos apareciam decapitados e as suas cabeças eram apresentadas como troféus. Um relatório do Conselho Nacional de Justiça ainda informa que agentes penitenciários torturam presos e que mulheres e irmãs de detentos são estupradas pelos chefes das facções criminosas que controlam o presídio. O canibalismo, agora, entra para a lista de bestialidades denunciadas em Pedrinhas.
Da Época
O depoimento de um funcionário do setor de inteligência daSecretaria de Segurança Pública do Maranhão aterrorizou os deputados da CPI do Sistema Carcerário, instalada na Câmara dos Deputados. Em oitiva gravada no mês passado, o servidor maranhense informou que houve, pelo menos, dois casos decanibalismo dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Pelo relato, dois presos foram mortos num “ritual macabro” feito por detentos da facção criminosa Anjos da Morte, chamada de ADM. “Eles são loucos, psicopatas. Não existe uma lógica no diálogo com eles”, descreve o agente de inteligência, que depôs de forma sigilosa para cinco deputados, um juiz e uma defensora pública.
A primeira vítima de canibalismo, de acordo com o depoimento, foi o detento Ronalton Rabelo, de 33 anos. Preso por assalto, Rabelo conseguiu um alvará de soltura em 11 de abril de 2013. Quando o advogado chegou ao presídio para buscá-lo, foi informado pela administração de Pedrinhas que Rabelo desaparecera dez dias antes. Até hoje, mais de dois anos depois do sumiço, o inquérito da Polícia Civil do Maranhão não concluiu nada sobre o caso. O agente de inteligência disse à CPI o que soube sobre o desaparecimento de Rabelo: “Ele foi desossado. Foram cortados os pés, as mãos, cada membro. Foram tiradas as vísceras, coração. Os informantes disseram que ele foi morto na quadra de banho de sol e seus pedaços foram colocados em sacolas e distribuídos. Foi cozinhado na água com sal para evitar o odor e alguns órgãos foram comidos em rituais dessa facção, da ADM, Anjos da Morte, como rins, fígado, coração. O restante foi dispensado no lixo”.
A segunda vítima da atrocidade, segundo o servidor da Segurança Pública, foi o detento Rafael Libório, de 23 anos. Preso por homicídio qualificado, Libório sumiu dentro de Pedrinhas em 8 de agosto de 2014. Quatro dias depois, o corpo foi encontrado em pedaços dentro de um saco plástico enterrado numa cela do presídio. O agente de inteligência, que participou das buscas pelo preso, contou à CPI o que fez quando foi informado que Libório havia sido vítima de canibalismo: “Fomos imediatamente, isso já era tarde da noite, para os baldes de lixo. Procuramos e achamos da forma como tinham descrito o outro (Rabelo). Do mesmo jeito. Desossado. Não achamos o crânio. Achamos o couro cabeludo da cabeça, mas não achamos o crânio e a pele do rosto. Achamos os pés, os órgãos genitais. E não estavam fedendo, o que nos induz que foi feito o mesmo procedimento de cozinhar com água e sal”. O servidor entregou aos deputados da CPI seis fotos de pedaços do corpo de Libório.
O agente diz, no depoimento, que outros funcionários do setor de inteligência também receberam informações de que Rabelo e Libório foram vítimas de canibalismo dentro de Pedrinhas. Explica que os principais informantes são os presos do presídio. “Não há possibilidade nenhuma de se controlar o sistema penitenciário sem informantes lá dentro”. E diz que, “para evitar escândalos”, os casos foram abafados pelo secretário de Justiça e Administração Penitenciária da época, Sebastião Uchoa. O ex-secretário foi procurado para se manifestar sobre o depoimento, mas não foi encontrado. A CPI da Câmara pretende pedir o indiciamento de Uchoa por omissão. Segundo os deputados, não existe nenhum inquérito para apurar as denúncias de canibalismo em Pedrinhas.
No depoimento do agente, o juiz Edmar Fernando Mendonça, da 2ª Vara de Execução Penal de São Luís, disse que só a partir de 2014 começou a ser feito o levantamento das mortes nos presídios do Maranhão. “Tivemos a decapitação de 2002. Depois, tivemos rebelião e decapitação em 2009, 2011 e 2013. Se o senhor procurar algum inquérito policial concluído desse período, não vai encontrar nenhum, mas nenhum. Parecia que as coisas que aconteciam dentro do sistema penitenciário não eram da alçada do estado do Maranhão. É muito esquisito”.
O Complexo Penitenciário de Pedrinhas é o maior do Maranhão. Construído há cinco décadas, tornou-se o cenário de algumas das maiores atrocidades já vistas nos presídios brasileiros. Os episódios mais trágicos aconteceram na gestão da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), que deixou o cargo em dezembro do ano passado. Só em 2013, numa guerra de facções criminosas, 60 presos foram assassinados em Pedrinhas – o triplo do registrado, naquele ano, em todas as cadeias do estado de São Paulo somadas. Os presos chegaram a fazer um vídeo em que três corpos de detentos apareciam decapitados e as suas cabeças eram apresentadas como troféus. Um relatório do Conselho Nacional de Justiça ainda informa que agentes penitenciários torturam presos e que mulheres e irmãs de detentos são estupradas pelos chefes das facções criminosas que controlam o presídio. O canibalismo, agora, entra para a lista de bestialidades denunciadas em Pedrinhas.
Da Época
Estupro de deficiente mental em Icó foi motivado por dívida de um óculos
O estupro de deficiente mental, de 55 anos, em uma rodoviária no município do interior do Ceará, foi praticado para quitar uma dívida de apenas um óculos. A informação foi confirmada pelo titular Marcos Sandro Nazaré de Lira, da Delegacia Regional de Icó, cidade distante 385 quilômetros de Fortaleza.
De acordo com depoimento, os três jovens se deslocaram para uma festa na cidade de Cedro, onde consumiram quatro litros de vodca. Na volta a Icó, se depararam com a deficiente mental, que estava acompanhada de um gato de estimação. Como Raynan Mota Mesquita, de 18 anos, tinha perdido os óculos de um dos colegas, foi feita a proposta para que ele beijasse a deficiente enquanto era filmado, a fim de quitar a dívida.
Nas imagens, um dos adolescentes propõe: “Se você der um beijo nela, digo que você é um sobrevivente. Você me deve só R$ 10, mas tem que ser um beijo de língua”. Depois que o jovem beija a deficiente, os adolescentes comentam, rindo: “Não acredito nisso não”. No vídeo, o estudante de 18 anos ainda toca nas partes íntimas da mulher.
A filmagem foi divulgada em um grupo do Whatsapp, com 10 pessoas. Daí em diante, as imagens foram amplamente compartilhadas e tiveram repercussão nacional. O caso ocorreu em 4 de julho, mas só veio à tona no último domingo (13). Os três suspeitos (de 16, 17 e 18 anos) alegaram que “tudo não passou de uma brincadeira”. A vítima fez exame de corpo delito nesta quarta-feira, em Iguatu. De acordo com informações da polícia, ela vaga pelas ruas e, atualmente, é paciente do Centro de Atenção Psicossocial (Caps).
Raynan Mota deve ser autuado por estupro de vulnerável, pegando de 8 a 15 anos de prisão. Os adolescentes responderão por ato infracional, e poderão passar no máximo três anos em reclusão.
* Com informações do radialista Richard Lopes
Assista ao vídeo (ATENÇÃO! Cenas fortes):
De acordo com depoimento, os três jovens se deslocaram para uma festa na cidade de Cedro, onde consumiram quatro litros de vodca. Na volta a Icó, se depararam com a deficiente mental, que estava acompanhada de um gato de estimação. Como Raynan Mota Mesquita, de 18 anos, tinha perdido os óculos de um dos colegas, foi feita a proposta para que ele beijasse a deficiente enquanto era filmado, a fim de quitar a dívida.
Nas imagens, um dos adolescentes propõe: “Se você der um beijo nela, digo que você é um sobrevivente. Você me deve só R$ 10, mas tem que ser um beijo de língua”. Depois que o jovem beija a deficiente, os adolescentes comentam, rindo: “Não acredito nisso não”. No vídeo, o estudante de 18 anos ainda toca nas partes íntimas da mulher.
A filmagem foi divulgada em um grupo do Whatsapp, com 10 pessoas. Daí em diante, as imagens foram amplamente compartilhadas e tiveram repercussão nacional. O caso ocorreu em 4 de julho, mas só veio à tona no último domingo (13). Os três suspeitos (de 16, 17 e 18 anos) alegaram que “tudo não passou de uma brincadeira”. A vítima fez exame de corpo delito nesta quarta-feira, em Iguatu. De acordo com informações da polícia, ela vaga pelas ruas e, atualmente, é paciente do Centro de Atenção Psicossocial (Caps).
Raynan Mota deve ser autuado por estupro de vulnerável, pegando de 8 a 15 anos de prisão. Os adolescentes responderão por ato infracional, e poderão passar no máximo três anos em reclusão.
* Com informações do radialista Richard Lopes
Assista ao vídeo (ATENÇÃO! Cenas fortes):
Mulher flagra marido com adolescente na cama, espanca e obriga a amante a andar nua pela rua
O último ataque gravado mostra uma mulher atingida, puxado pelos cabelos, em seguida jogada no chão enquanto dezenas pessoas olhavam e filmavam tudo.
O vídeo causou espanto. Nas imagens, que foram amplamente compartilhadas nas redes sociais, parece uma adolescente, de 16 anos de idade, que só usava roupas íntimas, sendo puxada pelo cabelo por uma mulher descontrolada no meio da rua. Ela grita e xinga a garota, que foi flagrada aos beijos e amassos com seu marido.
As duas se enroscaram feio. A agressora, que está de blusa vermelha e shorts jeans, arrastou a amante novinha pelos cabelos por vários quilômetros. E nada fazia ela soltá-los!
Em um determinado momento, ela manda a garota tirar toda a roupa. Ficou assim, completamente pelada no meio da rua.
O flagra que motivou o ataque ocorreu há três semanas, quando a mulher chegou em um rancho e pegou o marido com outra. A menor e Nemecio Alejandro estavam pelados, curtindo um romance, segundo a traída.
Enfurecida, ela se atracou com a adolescente que, segundo ela, sabia muito bem o que estava fazendo entre quatro paredes. A filha do casal, que estava com a mãe e viu toda a cena, filmou a agressão!
A adolescente contou, em depoimento na delegacia, que sempre se encontrava com Alejandro. Mas não quis revelar qual era o nível de intimidade que os dois tinham. Se a acusação de envolvimento sexual for confirmada, o sujeito pode enfrentar acusações criminais gravíssimas por ter se relacionado com uma menor.
Enquanto isso, as autoridades ainda estão investigando o caso para determinar qual dos envolvidos serão processados. A mulher, que bateu e humilhou a adolescente em público, ou o marido, por motivos claros de pedofilia.
Imagens chocantes mostram uma gangue de mulheres irritadas atacando uma "suposta" amante que dormiu com um dos seus maridos.
O vídeo da mulher sendo espancada antes de ter sua calcinha tirada na frente da multidão de consumidores de um shopping foi compartilhado nas redes sociais.
O último ataque gravado mostra uma mulher atingida, puxado pelos cabelos, em seguida jogada no chão enquanto dezenas pessoas olhavam e filmavam tudo.
Ninguém entra na confusão para ajudar. A polícia disse que não havia recebido nenhuma denúncia do ataque e por isso não pode investigar e nem mesmo interferir no caso.
@balancopolicial
O vídeo causou espanto. Nas imagens, que foram amplamente compartilhadas nas redes sociais, parece uma adolescente, de 16 anos de idade, que só usava roupas íntimas, sendo puxada pelo cabelo por uma mulher descontrolada no meio da rua. Ela grita e xinga a garota, que foi flagrada aos beijos e amassos com seu marido.
As duas se enroscaram feio. A agressora, que está de blusa vermelha e shorts jeans, arrastou a amante novinha pelos cabelos por vários quilômetros. E nada fazia ela soltá-los!
Em um determinado momento, ela manda a garota tirar toda a roupa. Ficou assim, completamente pelada no meio da rua.
Não parou por aí. Mesmo depois da humilhação, ela ainda apanhou muito. Foram tapas, socos e pontapés. Tudo isso sem largar o cabelo da coitada.
Durante a surra, ela ainda dizia que "iria matá-la e jogar seu corpo no mato" .O flagra que motivou o ataque ocorreu há três semanas, quando a mulher chegou em um rancho e pegou o marido com outra. A menor e Nemecio Alejandro estavam pelados, curtindo um romance, segundo a traída.
Enfurecida, ela se atracou com a adolescente que, segundo ela, sabia muito bem o que estava fazendo entre quatro paredes. A filha do casal, que estava com a mãe e viu toda a cena, filmou a agressão!
A adolescente contou, em depoimento na delegacia, que sempre se encontrava com Alejandro. Mas não quis revelar qual era o nível de intimidade que os dois tinham. Se a acusação de envolvimento sexual for confirmada, o sujeito pode enfrentar acusações criminais gravíssimas por ter se relacionado com uma menor.
Enquanto isso, as autoridades ainda estão investigando o caso para determinar qual dos envolvidos serão processados. A mulher, que bateu e humilhou a adolescente em público, ou o marido, por motivos claros de pedofilia.
Imagens chocantes mostram uma gangue de mulheres irritadas atacando uma "suposta" amante que dormiu com um dos seus maridos.
O vídeo da mulher sendo espancada antes de ter sua calcinha tirada na frente da multidão de consumidores de um shopping foi compartilhado nas redes sociais.
O último ataque gravado mostra uma mulher atingida, puxado pelos cabelos, em seguida jogada no chão enquanto dezenas pessoas olhavam e filmavam tudo.
Ninguém entra na confusão para ajudar. A polícia disse que não havia recebido nenhuma denúncia do ataque e por isso não pode investigar e nem mesmo interferir no caso.
@balancopolicial
Homem 'ressuscita' após levar seis tiros na cabeça e ir para necrotério. Entenda
Ser baleado não deve ser um experiência boa para qualquer pessoa. Quando se toma seis tiros apenas na cabeça, então, pior ainda.
Mas se você deu como morta uma pessoa que passe por essa situação, reveja seus conceitos. Pois Isaías Alves Santos, de 25 anos, não morreu. E ainda assustou quem cuidava de seu “corpo morto”.
Após ser baleado e levar seis tiros apenas na cabeça, ele foi dado como morto, encaminhado ao necrotério e, por lá, “ressuscitou”. Na 24ª Delegacia de Vera Cruz, na Bahia, onde ocorreu o caso, a ocorrência chegou inclusive a ser registrada como homicídio.
“Eu acordei e estava com dois algodões no meu nariz. Era uma sala onde estavam ali também outros corpos e eu comecei a gritar, a pedir por socorro. A enfermeira estava ali, queria entrar na sala para ajudar, mas ela estava com medo de toda a situação também”, contou Isaías ao Cidade Alerta, da TV Record.
O médico que atendeu Isaías credita a façanha dele ter sobrevivido à sua “cabeça dura”, por assim dizer. Isso porque, segundo o especialista, o fato do homem ter uma caixa craniana muito grossa foi decisivo para que ele não morresse após ser baleado. A quase-tragédia ocorreu pois Isaías era usuário de drogas. Desde que saiu do hospital, porém, ele afirma não ter mais e drogado e espera apenas por cirurgia para retirar os projeteis de sua cabeça.
yahoo
Mas se você deu como morta uma pessoa que passe por essa situação, reveja seus conceitos. Pois Isaías Alves Santos, de 25 anos, não morreu. E ainda assustou quem cuidava de seu “corpo morto”.
Após ser baleado e levar seis tiros apenas na cabeça, ele foi dado como morto, encaminhado ao necrotério e, por lá, “ressuscitou”. Na 24ª Delegacia de Vera Cruz, na Bahia, onde ocorreu o caso, a ocorrência chegou inclusive a ser registrada como homicídio.
“Eu acordei e estava com dois algodões no meu nariz. Era uma sala onde estavam ali também outros corpos e eu comecei a gritar, a pedir por socorro. A enfermeira estava ali, queria entrar na sala para ajudar, mas ela estava com medo de toda a situação também”, contou Isaías ao Cidade Alerta, da TV Record.
O médico que atendeu Isaías credita a façanha dele ter sobrevivido à sua “cabeça dura”, por assim dizer. Isso porque, segundo o especialista, o fato do homem ter uma caixa craniana muito grossa foi decisivo para que ele não morresse após ser baleado. A quase-tragédia ocorreu pois Isaías era usuário de drogas. Desde que saiu do hospital, porém, ele afirma não ter mais e drogado e espera apenas por cirurgia para retirar os projeteis de sua cabeça.
yahoo
'Choradeira', desemprego, corte nos gastos marcam crise econômica em Cajazeiras. Veja
A servidora Kátia Brilhante afirmou que o jeito é reduzir os gastos e evitar compras parceladas, inclusive financiamentos.
A TV Diário do Sertão foi às ruas de Cajazeiras para ‘consultar’ a população sobre a greve crise econômica que passa o país. Desemprego, aumento no custo do alimento, de combustível, endividamento da população e baixo poder de compra são marcas do ano de 2015.
A aposentada Geralda Abreu disse que o jeito é apelar para Jesus, pois está passando necessidades. “Tenho dois filhos desempregados e o que a gente pode contar é sofrimento”.
Acompanhe os reportagem da TV Diário do Sertão!
O carpinteiro Emanuel Lacerda observou que a crise assolou a todos, do empresário ao empregado. “Atinge todo mundo. Tive que sair da empresa para pagar minhas dívidas”
A dona de casa Creuza Vieira contou que todos da sua família estão desempregados e sua única fonte de renda é o Bolsa Família. “Até a água foi cortada”.
O aposentado Antonio Quirino informou que está fazendo todo possível para economizar. “O salário é pequeno e cada vez piora”.
A TV Diário do Sertão foi às ruas de Cajazeiras para ‘consultar’ a população sobre a greve crise econômica que passa o país. Desemprego, aumento no custo do alimento, de combustível, endividamento da população e baixo poder de compra são marcas do ano de 2015.
A aposentada Geralda Abreu disse que o jeito é apelar para Jesus, pois está passando necessidades. “Tenho dois filhos desempregados e o que a gente pode contar é sofrimento”.
Acompanhe os reportagem da TV Diário do Sertão!
O carpinteiro Emanuel Lacerda observou que a crise assolou a todos, do empresário ao empregado. “Atinge todo mundo. Tive que sair da empresa para pagar minhas dívidas”
O comerciante Marcelo Vieira disse que as vendas caíram muito. “Vendia mais, porém depois que a crise se instalou o dinheiro não está dando para o cidadão se manter”.
A dona de casa Creuza Vieira contou que todos da sua família estão desempregados e sua única fonte de renda é o Bolsa Família. “Até a água foi cortada”.
A servidora Kátia Brilhante afirmou que o jeito é reduzir os gastos e evitar compras parceladas, inclusive financiamentos. “A crise pegou os brasileiros de surpresa, mas era esperada pelas compras de casas, automóveis, acreditando que aquisição dessa forma é futuro, quando na verdade é prejuízo”.
O aposentado Antonio Quirino informou que está fazendo todo possível para economizar. “O salário é pequeno e cada vez piora”.
Lei Cristiano Araújo – Projeto propõe punir quem divulgar imagens de pessoas mortas
É cada vez mais crescente o número de pessoas que utilizam a internet e, consequentemente, as redes sociais. Em estudo divulgado pelo Governo Federal, através da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, sobre os hábitos de consumo de mídia pela população brasileira, a internet aparece como o terceiro meio de comunicação mais utilizado pelos brasileiros, com 42%, e 92% dos internautas estão conectados às redes sociais.
Com grande adesão e pouco controle, esses meios se tornam grandes disseminadores de informações, opiniões e notícias. Já praticado há algum tempo, recentemente o assunto de compartilhamento de tragédias sem respeito à privacidade voltou à tona com a morte do cantor sertanejo Cristiano Araújo, que teve imagens do corpo, vídeos da necropsia e diversos comentários postados nessas mídias. A repercussão foi tão grande que o deputado federal César Halum apresentou, no início do mês de julho, um projeto de lei que torna crime a reprodução de fotos e vídeos de cadáveres. Mas porque se compartilha tanto postagens desse gênero?
Segundo Jeoás Farias, diretor da Concepto Internet, empresa especialista em gerenciamento de redes sociais, essa ação é manifestada como uma forma de poder. “As pessoas eram passivas na forma de consumir conteúdo, utilizavam a TV, rádio e jornais para se atualizar, mas, hoje, elas são ativas na criação, inclusive de notícias. Todos divulgam e compartilham notícias de toda espécie pelo simples fato de serem os meios de transmissão e por saberem que vão ser curtidos e compartilhados, tornando-se, muitas vezes, tão importante quanto a notícia em si”, explica.
Já em relação ao conteúdo das postagens, no caso, as tragédias, Jeoás esclarece que o interesse por essa temática sempre fez parte do ser humano e que as redes sociais têm grande poder de alcance, seja para o bem ou para o mal. “As redes sociais ativam o melhor e o pior das pessoas. Da mesma forma que uma campanha de doação de sangue pode alcançar milhares de pessoas com poucos compartilhamentos, fotos de tragédias e casos aterrorizantes também se propagam como um tornado sem destino.”
Profissionais precisam de preparo
As imagens do cantor, feitas por funcionários da funerária, evidenciou a importância do preparo dos profissionais da área. “Além da formação técnica, ao lidar com famílias que perderam alguém, é preciso sensibilidade”, explica Juliana Fernandes, Gerente de Marketing do Grupo Vila, empresa do ramo funerário com mais de seis décadas de atuação no mercado.
Lidar com famílias enlutadas demanda consciência da responsabilidade de fazer parte deste momento de vulnerabilidade. “Para trabalhar neste segmento é fundamental que os profissionais tenham empatia com os familiares e respeito à memória de quem partiu. É este respeito que faz com que tenhamos tanto cuidado com a privacidade da família e as informações que nos são passadas”, detalha Juliana.
Ao identificar a necessidade de uma capacitação diferenciada da equipe, o Grupo Vila desenvolveu o projeto Servir. A iniciativa busca alinhar os funcionários com os valores da empresa e oferecer aos clientes um atendimento de melhor qualidade. Os colaboradores participam de diversos treinamentos e oficinas, que falam principalmente sobre comportamento do servidor, qualidade, comunicação e atendimento.
Apesar do foco inicial do projeto ter sido o atendimento funerário, ele foi ampliado para outros setores. “Compreendemos que todos os nossos colaboradores estão, de alguma forma, envolvidos com nossos clientes enlutados e precisam compreender o nosso papel de minimizar a dor do impacto da perda”, finaliza a especialista.
@balancopolicial
Com grande adesão e pouco controle, esses meios se tornam grandes disseminadores de informações, opiniões e notícias. Já praticado há algum tempo, recentemente o assunto de compartilhamento de tragédias sem respeito à privacidade voltou à tona com a morte do cantor sertanejo Cristiano Araújo, que teve imagens do corpo, vídeos da necropsia e diversos comentários postados nessas mídias. A repercussão foi tão grande que o deputado federal César Halum apresentou, no início do mês de julho, um projeto de lei que torna crime a reprodução de fotos e vídeos de cadáveres. Mas porque se compartilha tanto postagens desse gênero?
Segundo Jeoás Farias, diretor da Concepto Internet, empresa especialista em gerenciamento de redes sociais, essa ação é manifestada como uma forma de poder. “As pessoas eram passivas na forma de consumir conteúdo, utilizavam a TV, rádio e jornais para se atualizar, mas, hoje, elas são ativas na criação, inclusive de notícias. Todos divulgam e compartilham notícias de toda espécie pelo simples fato de serem os meios de transmissão e por saberem que vão ser curtidos e compartilhados, tornando-se, muitas vezes, tão importante quanto a notícia em si”, explica.
Já em relação ao conteúdo das postagens, no caso, as tragédias, Jeoás esclarece que o interesse por essa temática sempre fez parte do ser humano e que as redes sociais têm grande poder de alcance, seja para o bem ou para o mal. “As redes sociais ativam o melhor e o pior das pessoas. Da mesma forma que uma campanha de doação de sangue pode alcançar milhares de pessoas com poucos compartilhamentos, fotos de tragédias e casos aterrorizantes também se propagam como um tornado sem destino.”
Profissionais precisam de preparo
As imagens do cantor, feitas por funcionários da funerária, evidenciou a importância do preparo dos profissionais da área. “Além da formação técnica, ao lidar com famílias que perderam alguém, é preciso sensibilidade”, explica Juliana Fernandes, Gerente de Marketing do Grupo Vila, empresa do ramo funerário com mais de seis décadas de atuação no mercado.
Lidar com famílias enlutadas demanda consciência da responsabilidade de fazer parte deste momento de vulnerabilidade. “Para trabalhar neste segmento é fundamental que os profissionais tenham empatia com os familiares e respeito à memória de quem partiu. É este respeito que faz com que tenhamos tanto cuidado com a privacidade da família e as informações que nos são passadas”, detalha Juliana.
Ao identificar a necessidade de uma capacitação diferenciada da equipe, o Grupo Vila desenvolveu o projeto Servir. A iniciativa busca alinhar os funcionários com os valores da empresa e oferecer aos clientes um atendimento de melhor qualidade. Os colaboradores participam de diversos treinamentos e oficinas, que falam principalmente sobre comportamento do servidor, qualidade, comunicação e atendimento.
Apesar do foco inicial do projeto ter sido o atendimento funerário, ele foi ampliado para outros setores. “Compreendemos que todos os nossos colaboradores estão, de alguma forma, envolvidos com nossos clientes enlutados e precisam compreender o nosso papel de minimizar a dor do impacto da perda”, finaliza a especialista.
@balancopolicial
Polícia Federal apreende Ferrari, Porsche e Lamborghini na casa de Collor
A Polícia Federal (PF) apreendeu nesta terça-feira (14), por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), três veículos de luxo na residência de Brasília do ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello (PTB): uma Ferrari, um Porsche e uma Lamborghini.Os agentes federais cumpriram nesta manhã mandado de busca e apreensão nas casas de Collor na capital federal e em Maceió na mais recente fase da Operação Lava Jato, batizada de Politeia. Ao todo, o STF expediu 53 mandados de busca e apreensão, que fazem parte de seis inquéritos que investigam políticos com foro privilegiado dentro da Operação Lava Jato.
A Ferrari apreendida na Casa da Dinda, propriedade de Collor que foi usada como residência oficial da Presidência na época em que ele comandou o Palácio do Planalto, é o modelo 458 Italia, cuja edição 2015 custa R$ 1,95 milhão.
Já a Lamborguini apreendida é o modeloAventador LP 700-4 Roadster, avaliado em R$ 3,9 milhões para o ano 2014.
Além das casas de Collor em Brasília e em Maceió, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências do senador Ciro Nogueira (PP-PI) e do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), em Brasília, na do ex-ministro e ex-deputado Mário Negromonte (PP-BA), na Bahia, e na do ex-ministro e senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE).
A defesa de Collor usou as redes sociais para se manifestar sobre a busca e apreensão em suas residências. No Twitter e no Facebook, os advogados do senador do PTB disseram repudiar com "veemência" a ida dos policiais federais a residência dele."A medida invasiva e arbitrária é flagrantemente desnecessária, considerando que os fatos investigados datam de pelo menos mais de dois anos, a investigação já é conhecida desde o final do ano passado, e o ex-presidente jamais foi sequer chamado a prestar esclarecimentos", diz trecho da nota.
@balancopolicial
Comunicado
Prezados amigos, familiares e seguidores do Portal Diário do
Sertão e Balanço Policial e deste Facebook. Venho por meio deste canal de
comunicação, informar a todos que os números de celulares da TM e da CLARO, não
se encontram mais disponíveis para contato. Isso se deve ao fato de eu ter
perdido meu celular em via publica, no percurso que corresponde de meu ambiente
de trabalho à Avenida Brasil que fica na PB 393.
Quem o encontrou, com certeza deve ter o desligado, pois não
consegui mais entrar em contato com o mesmo. Mesmo assim aguardei até a
presente data. Foi feito o registro do boletim de ocorrência e com o mesmo,
irei inutilizar o celular Motorola Moto-G, pelo numero IMEI.
Informo também que estarei com numero de celular (83) 9-9129-9970,
da (CLARO), disponível para contato, sendo o único no momento. Os números
antigos não serão recuperados, no entanto, logo em breve será providenciado e
disponibilizado os novos números das operadoras TIM e CLARO, que será divulgado
neste Blog, Facebook e na Página de
Contato do Portal Portal diariodosertao.com.br
e no balancopolicial.com
Sem mais para o momento, antecipadamente agradeço a todos
pela compreensão.
Atenciosamente, José Wegleyson de Souza
Governo Federal libera mais de 7 milhões para abastecimento de água na Paraíba
O governo federal autorizou o empenho e transferência de recursos para ações de Defesa Civil ao estado da Paraíba no valor de R$ 7,3 milhões. O valor representa 13,9% dos R$ 53,7 milhões prometidos pelo Ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da quarta-feira (1º), duas semanas após o ministro assinar um termo de compromisso com o governador Ricardo Coutinho (PSB) para obras emergenciais no Estado com o objetivo de garantir o abastecimento de águaOs recursos são destinados à execução de ações de resposta à estiagem, com o fornecimento provisório de água potável por meio de caminhão-pipa, em 130 municípios do Semiárido paraibano. Considerando a natureza e o volume de ações a serem implementadas, o prazo de execução das obras e serviços é de 180 dias a partir da publicação da portaria. “O proponente deverá apresentar prestação de contas final no prazo de 30 dias a partir do término da vigência”, estabelece a portaria.
Além da Paraíba, o governo federal autorizou transferência de recursos para o Ceará, que deve receber R$ 20,9 milhões, e para o Piauí, que vai receber R$ 6,49 milhões.
Atualmente, a Paraíba tem 25 cidades em situação de colapso de abastecimento e outras 55 com racionamento d’água. Entre as ações previstas estão o uso de carros-pipa. No dia 18 de junho, o governo da Paraíba anunciou investimentos de mais de R$ 133 milhões para execução de ações integrantes do Plano Emergencial de Enfrentamento à Estiagem. No montante de recursos, estão os R$ 53 milhões, prometidos pelo Ministério da Integração.
Fies tem novas regras oficializadas pelo MEC no Diário Oficial da União
COMO SERÁ: Será priorizado o atendimento de alunos matriculados em cursos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste (excluindo Distrito Federal).
ANTERIOR: Não havia recorte de prioridade para regiões ou estados. E 60% dos contratos eram com estudantes de estados do Sul, do Sudeste ou Distrito Federal.
JUSTIFICATIVA: Ministério diz que decisão se soma a "outras várias políticas sociais federais que buscam corrigir as desigualdades regionais". Alunos de outros estados continuarão a ser atendidos, mas em patamares menores do que os das áreas consideradas prioritárias.
VALIDADADE DAS MUDANÇAS
COMO SERÁ: Mudanças só valerão para os próximos contratos.
JUSTIFICATIVA: "Você não pode mudar um contrato por vontade unilateral. O governo firmou um contrato com milhões de estudantes com determinadas regras e essas regras serão mantidas e respeitadas", disse o ministro Renato Janine Ribeiro.
NOTAS MÍNIMAS NO ENEM
COMO SERÁ: Alunos precisam de 450 pontos na média do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) e nota diferente de zero na redação.
ANTERIOR: A mudança passou a valer para contratos firmados neste ano. Antes, só era preciso ter prestado o exame.
JUSTIFICATIVA: A iniciativa busca aumentar o nível dos profissionais formados com apoio do financiamento público, de acordo com o governo.
UNIVERSIDADES DARÃO DESCONTO EM MENSALIDADES
COMO SERÁ: Instituições participantes vão oferecer um desconto de 5% sobre a mensalidade para os estudantes com contrato do Fies.
ANTERIOR: Estudante pagava a mensalidade mais barata cobrada na instituição pelo curso.
JUSTIFICATIVA: "O governo é um grande comprador de cursos pelo Fies. Ao ser um grande comprador ele deve se beneficiar de descontos que são dados de modo geral quando você compra em grandes quantidades. Calculando 5%, quer dizer que três mil vagas das 61,5 mil são geradas por essa nova economia", afirmou o ministro.
PRAZO PARA PAGAMENTO
COMO SERÁ: Três vezes a duração do curso
ANTERIOR: Até 2010, era de duas vezes a duração.
Crescimento do Fies
A reformulação do Fies em 2015 ocorreu depois de o programa crescer de forma exponencial nos últimos anos. Ao mesmo tempo, o MEC precisou fazer ajustes no orçamento diante de cortes do ajuste fiscal.
Segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o Fies gastou R$ 13,7 bilhões em 2014.
Entre fevereiro e agosto do ano passado, o governo federal publicou três medidas provisórias para abrir crédito extraordinário para o Fies, que passou a atender também a alunos de mestrado, doutorado e cursos técnicos.
Para conter gastos, o MEC decidiu limitar o prazo para pedido de novos contratos (antes, era possível entrar com a solicitação em qualquer momento do semestre letivo), vincular a aceitação do pedido de financiamento a cursos com notas mais altas nos indicadores de qualidade, privilegiar instituições de ensino fora dos grandes centros e exigir que os estudantes interessados em contratos de financiamento do governo tivessem média de pelo menos 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
As novas restrições no programa, porém, se depararam com a crescente demanda dos estudantes e o resultado foi um período de instabilidade nos sistema, devido à grande procura por novos contratos, e o esgotamento da verba do Fies de todo o ano de 2015 para novos contratos.
O orçamento do Fies para novos contratos durante todo o ano de 2015 era de R$ 2,5 bilhões e, segundo o ministro, essa verba foi gasta inteiramente para atender aos 252.442 novos contratos fechados no prazo do primeiro semestre. Segundo o MEC, 178 mil pessoas tentaram celebrar novos contratos e não conseguiram.
Por isso, a segunda edição do programa para novos contratos ficou indefinida até que o governo federal finalizasse o reajuste orçamentário.
g1
ANTERIOR: Não havia recorte de prioridade para regiões ou estados. E 60% dos contratos eram com estudantes de estados do Sul, do Sudeste ou Distrito Federal.
JUSTIFICATIVA: Ministério diz que decisão se soma a "outras várias políticas sociais federais que buscam corrigir as desigualdades regionais". Alunos de outros estados continuarão a ser atendidos, mas em patamares menores do que os das áreas consideradas prioritárias.
VALIDADADE DAS MUDANÇAS
COMO SERÁ: Mudanças só valerão para os próximos contratos.
JUSTIFICATIVA: "Você não pode mudar um contrato por vontade unilateral. O governo firmou um contrato com milhões de estudantes com determinadas regras e essas regras serão mantidas e respeitadas", disse o ministro Renato Janine Ribeiro.
NOTAS MÍNIMAS NO ENEM
COMO SERÁ: Alunos precisam de 450 pontos na média do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) e nota diferente de zero na redação.
ANTERIOR: A mudança passou a valer para contratos firmados neste ano. Antes, só era preciso ter prestado o exame.
JUSTIFICATIVA: A iniciativa busca aumentar o nível dos profissionais formados com apoio do financiamento público, de acordo com o governo.
UNIVERSIDADES DARÃO DESCONTO EM MENSALIDADES
COMO SERÁ: Instituições participantes vão oferecer um desconto de 5% sobre a mensalidade para os estudantes com contrato do Fies.
ANTERIOR: Estudante pagava a mensalidade mais barata cobrada na instituição pelo curso.
JUSTIFICATIVA: "O governo é um grande comprador de cursos pelo Fies. Ao ser um grande comprador ele deve se beneficiar de descontos que são dados de modo geral quando você compra em grandes quantidades. Calculando 5%, quer dizer que três mil vagas das 61,5 mil são geradas por essa nova economia", afirmou o ministro.
PRAZO PARA PAGAMENTO
COMO SERÁ: Três vezes a duração do curso
ANTERIOR: Até 2010, era de duas vezes a duração.
Crescimento do Fies
A reformulação do Fies em 2015 ocorreu depois de o programa crescer de forma exponencial nos últimos anos. Ao mesmo tempo, o MEC precisou fazer ajustes no orçamento diante de cortes do ajuste fiscal.
Segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o Fies gastou R$ 13,7 bilhões em 2014.
Entre fevereiro e agosto do ano passado, o governo federal publicou três medidas provisórias para abrir crédito extraordinário para o Fies, que passou a atender também a alunos de mestrado, doutorado e cursos técnicos.
Para conter gastos, o MEC decidiu limitar o prazo para pedido de novos contratos (antes, era possível entrar com a solicitação em qualquer momento do semestre letivo), vincular a aceitação do pedido de financiamento a cursos com notas mais altas nos indicadores de qualidade, privilegiar instituições de ensino fora dos grandes centros e exigir que os estudantes interessados em contratos de financiamento do governo tivessem média de pelo menos 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
As novas restrições no programa, porém, se depararam com a crescente demanda dos estudantes e o resultado foi um período de instabilidade nos sistema, devido à grande procura por novos contratos, e o esgotamento da verba do Fies de todo o ano de 2015 para novos contratos.
O orçamento do Fies para novos contratos durante todo o ano de 2015 era de R$ 2,5 bilhões e, segundo o ministro, essa verba foi gasta inteiramente para atender aos 252.442 novos contratos fechados no prazo do primeiro semestre. Segundo o MEC, 178 mil pessoas tentaram celebrar novos contratos e não conseguiram.
Por isso, a segunda edição do programa para novos contratos ficou indefinida até que o governo federal finalizasse o reajuste orçamentário.
g1
Um terço da população mundial não tem acesso a água tratada, diz ONU
Uma em cada três pessoas no mundo – cerca de 2,4 bilhões de indivíduos – ainda não têm acesso a serviços de saneamento básico e água potável, concluiu um levantamento global da Unicef e da World Health Organization (OMS) divulgado na última semana. No Brasil, as condições evoluíram bastante nos últimos 25 anos.
"O que os dados mostram é a necessidade de focar nas desigualdades como único caminho para alcançar um progresso sustentável", diz no relatório Sanjay Wijesekera, chefe da divisão de água e saneamento da Unicef.
O estudo destacou que a falta de progresso nos serviços de saneamento básico ameaça minar os avanços obtidos com o maior acesso a água potável no mundo, especialmente nas áreas de saúde pública e sobrevivência infantil.
O acesso à água potável no planeta avançou em vários países nas últimas décadas, segundo o estudo. Cerca de 2,6 milhões de pessoas passaram a ter acesso ao recurso desde 1990, e 91% da população mundial já viu melhorias na qualidade de água que consomem para beber – e esse número continua crescendo.
"O modelo global até agora é de que os mais ricos avançam primeiro, e apenas quando eles têm acesso os mais pobres começam a evoluir. Se nós conseguirmos alcançar acesso universal à água tratada até 2030, precisamos nos assegurar de que os pobres comecem a progredir imediatamente", diz Wijesekera.
94% dos brasileiros têm acesso a água potável
No Brasil, 94% da população tem acesso a serviços de água potável. Nas cidades, esse percentual alcança 98%, contra 92% em 1990, de acordo com o relatório da Unicef. Entre a população rural, o avanço foi bem mais expressivo nos últimos 25 anos: apenas 38% acessavam redes de água limpa nestas regiões, contra 70% em 2015.
Na África-Subsaariana, por exemplo, 427 milhões de pessoas tiveram acesso – uma média de 47 mil pessoas por dia todos os dias por 25 anos. A expectativa de vida infantil teve ganhos substanciais. Hoje, menos de mil crianças com menos de cinco anos morrem a cada dia por diarreia causada por contaminação na água, ante mais de 2 mil casos 15 anos atrás.
Por outro lado, o progresso no saneamento foi barrado por investimentos inadequados em campanhas de conscientização, segundo o relatório, assim como falta de produtos acessíveis para os pobres, e normas sociais que aceitam ou encorajam fazer necessidades básicas em lugares abertos.
Embora cerca de 2,1 bilhões de pessoas tenham tido acesso a redes de esgoto desde 1990, o mundo não alcançou a meta do MDG de mais cerca de 700 milhões de pessoas. Hoje, apenas 68% da população mundial utiliza instalações sanitárias adequadas – nove pontos abaixo da meta de 77%.
As áreas rurais abrigam sete entre 10 pessoas sem acesso a saneamento adequado. "Até que todos tenham acesso adequado a instalações sanitárias, a qualidade de água será reduzida e muitas pessoas continuarão a morrer de doenças relacionadas a sua contaminação", afirmou no estudo a diretora do departamento de saúde pública, meio ambiente, Maria Neira.
g1
"O que os dados mostram é a necessidade de focar nas desigualdades como único caminho para alcançar um progresso sustentável", diz no relatório Sanjay Wijesekera, chefe da divisão de água e saneamento da Unicef.
O estudo destacou que a falta de progresso nos serviços de saneamento básico ameaça minar os avanços obtidos com o maior acesso a água potável no mundo, especialmente nas áreas de saúde pública e sobrevivência infantil.
O acesso à água potável no planeta avançou em vários países nas últimas décadas, segundo o estudo. Cerca de 2,6 milhões de pessoas passaram a ter acesso ao recurso desde 1990, e 91% da população mundial já viu melhorias na qualidade de água que consomem para beber – e esse número continua crescendo.
"O modelo global até agora é de que os mais ricos avançam primeiro, e apenas quando eles têm acesso os mais pobres começam a evoluir. Se nós conseguirmos alcançar acesso universal à água tratada até 2030, precisamos nos assegurar de que os pobres comecem a progredir imediatamente", diz Wijesekera.
94% dos brasileiros têm acesso a água potável
No Brasil, 94% da população tem acesso a serviços de água potável. Nas cidades, esse percentual alcança 98%, contra 92% em 1990, de acordo com o relatório da Unicef. Entre a população rural, o avanço foi bem mais expressivo nos últimos 25 anos: apenas 38% acessavam redes de água limpa nestas regiões, contra 70% em 2015.
Na África-Subsaariana, por exemplo, 427 milhões de pessoas tiveram acesso – uma média de 47 mil pessoas por dia todos os dias por 25 anos. A expectativa de vida infantil teve ganhos substanciais. Hoje, menos de mil crianças com menos de cinco anos morrem a cada dia por diarreia causada por contaminação na água, ante mais de 2 mil casos 15 anos atrás.
Por outro lado, o progresso no saneamento foi barrado por investimentos inadequados em campanhas de conscientização, segundo o relatório, assim como falta de produtos acessíveis para os pobres, e normas sociais que aceitam ou encorajam fazer necessidades básicas em lugares abertos.
Embora cerca de 2,1 bilhões de pessoas tenham tido acesso a redes de esgoto desde 1990, o mundo não alcançou a meta do MDG de mais cerca de 700 milhões de pessoas. Hoje, apenas 68% da população mundial utiliza instalações sanitárias adequadas – nove pontos abaixo da meta de 77%.
As áreas rurais abrigam sete entre 10 pessoas sem acesso a saneamento adequado. "Até que todos tenham acesso adequado a instalações sanitárias, a qualidade de água será reduzida e muitas pessoas continuarão a morrer de doenças relacionadas a sua contaminação", afirmou no estudo a diretora do departamento de saúde pública, meio ambiente, Maria Neira.
g1
@balancopolicial
Assinar:
Postagens (Atom)






















